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Por Silvio Carvalho.

Há muitos anos trabalhando em serviços de movimentação de carga, içamento e operação com guindaste, e com   formação em engenharia mecânica, quero chamar a atenção dos interessados na área, para um fato que tem me marcado muito nos anos recentes e mais precisamente nestes últimos 12 meses.

Tenho com frequência visto na internet, vídeos de acidentes que ocorrem com guindastes que vem cada vez mais ceifando vidas e causando grandes prejuízos, pois a maioria deles ocorrem em um determinado tipo de operação, que apelidei internamente aqui na nossa empresa Guindastão, de” operação suicida”.

Como é isso? Como acontece?

Normalmente, em quase 100% dos casos é uma operação de descida e não de içamento.  Após feita a amarração na viga ou na peça, a carga é solta para a sustentação do guindaste.

E aí está o perigo , quando a carga é solta e como ela  já está amarrada ao guindaste , esgotam-se os  recursos ,  pois se ela não tiver o peso que foi lhe informado , o tombamento do guindaste é certo, restando um último recurso ao operador bem treinado jogar a carga em queda livre, no chão, se o guindaste tiver este dispositivo.

Portanto quando estiverem diante de uma operação de descida com essas características, é necessário um plano de rigging minucioso e é fundamental que se tenha certeza absoluta do peso da peça, pois uma vez a peça solta e amarrada ao guindaste só há duas possibilidades, ou a operação será um sucesso ou um desastre.

Assista esse vídeo com um trabalho realizado de içamento!

 

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